As vacinas vivas, apesar de suscitarem imunidade duradoura, têm o potencial de causar EAPVs graves quando são administradas em pessoas com deficiência imunológica ou com fatores individuais de predisposição ainda desconhecidos (“idiossincrásicos”).
Os eventos adversos graves são situações que:
– Requerem hospitalização por pelo menos 24 horas ou prolongamento de hospitalização já existente;
– Causam disfunção significativa e/ou incapacidade persistente (sequela);
– Resultam em anomalia congênita;
– Causam risco de morte (ou seja, induz à necessidade de uma intervenção clínica imediata para evitar o óbito);