Portas de eliminação ou de saída do agente
O caminho pelo qual um agente infeccioso sai do seu hospedeiro. As principais portas/vias são:
Respiratórias
As doenças que utilizam esta porta de saída são as de maior difusão e as mais difíceis de controlar (covid-19, tuberculose, influenza, sarampo etc.).
Geniturinárias
Sífilis, AIDS, gonorreia e outras doenças de transmissão sexual.
Digestivas
Próprias da febre tifoide, hepatite A e E, cólera e amebíase.
Percutânea
Através de contato direto com lesões superficiais, como na varicela, herpes zoster e sífilis.
Percutânea: através de contato direto com lesões superficiais, como na varicela, herpes zoster e sífilis. Por picadura, mordeduras, perfuração por agulha ou outro mecanismo que tenha contato com sangue infectado, como na sífilis, doença de Chagas, malária, leishmaniose, febre amarela, hepatite B etc.
Placentária
Em geral, a placenta é uma barreira efetiva de proteção do feto contra infecções da mãe, no entanto não é totalmente efetiva para alguns agentes infecciosos.
Placentária: em geral, a placenta é uma barreira efetiva de proteção do feto contra infecções da mãe, no entanto não é totalmente efetiva para alguns agentes infecciosos como os da sífilis, rubéola, toxoplasmose, AIDS e doença de Chagas.
Material de Referência
Conheça exemplos de medidas de prevenção e controle voltadas à porta de saída no Material de Referência no AVA.