SURTO, EPIDEMIA E PANDEMIA.
As epidemias foram e continuam sendo importantes no cenário global e tal temática assume relevância, ainda maior, com a COVID 19, de proporções avassaladoras. No Brasil, além das epidemias, a exemplo, covid-19, AIDS, influenza por H1N1, cólera, sarampo, dengue, ainda se convive com doenças endêmicas e surtos de etiologias diversas.
Vejamos a diferença entre alguns conceitos
Pode ser conceituada como a ocorrência de um agravo dentro de um número esperado de casos para aquela região, naquele período de tempo, baseado na sua ocorrência em anos anteriores não epidêmicos. Desta forma, a incidência de uma doença endêmica é relativamente constante, podendo ocorrer variações sazonais no comportamento esperado para o agravo em questão.
É o aumento pouco comum no número de casos relacionados epidemiologicamente, de aparecimento súbito e disseminação localizada num espaço específico, exemplo: uma comunidade, um povoado, um barco, uma instituição fechada (escola, hospital, quartel, mosteiro).
Representa a ocorrência de um agravo acima da média (ou mediana) histórica de sua ocorrência. O número de casos necessários para definir uma epidemia varia de acordo com alguns critérios. Sua identificação depende da frequência usual da doença na região, no mesmo grupo populacional, durante a mesma estação do ano.
É definida quando uma epidemia atinge vários países de diferentes continentes, como está acontecendo com a covid-19. As epidemias ou surtos geralmente são ocasionados por aumento do número de suscetíveis e por alterações no meio ambiente que favorecem a transmissão de doenças infecciosas e não infecciosas.