AULA 08

BASES EPIDEMIOLÓGICAS

Bases imunológicas – Aula 08

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CONTINUANDO NOSSO BATE-PAPO...

Na aula anterior (Aula 7), você iniciou os estudos sobre as Bases Imunológicas com foco na forma de entendimento da interação entre o homem e o meio-ambiente e nos conhecimentos sobre os mecanismos de defesa inata e adaptativa, seus processos de saúde-doença e interação hospedeiro e patógenos.

Na Aula 8, você dará continuidade ao estudo sobre as Bases Imunológicas, enfatizando outros aspectos como: a História Natural das Doenças; Elos da cadeia de transmissão; Níveis de Prevenção; Surto; Epidemia e Pandemia.

Vamos conhecer os Objetivos de Aprendizagem da Aula 8?

OBJETIVOS DA APRENDIZAGEM

Ao final desta aula, você será capaz de:
Reconhecer os fatores contribuintes para a história natural da doença, bem como, os diversos níveis de prevenção.
Compreender os elos da cadeia de transmissão das doenças (do agente etiológico ao hospedeiro suscetível).
Conhecer os conceitos de endemia e epidemia e a abrangência das epidemias.

MAPA DA UNIDADE

Conheça as temáticas de estudo que você verá por aqui…

1

Início

2

História natural das doenças e níveis de prevenção.

3

Elos da cadeia de transmissão das doenças.

4

Surto, Epidemia E Pandemia.

5

Considerações Finais

HISTÓRIA NATURAL DAS DOENÇAS E NÍVEIS DE PREVENÇÃO

Você sabe como se dá o processo saúde-doença de um indivíduo ou de uma população?

A História Natural da Doença se divide em dois períodos sequenciados que se completam:

1 - Pré-patogênico

Diz respeito à interação entre os fatores do agente, do hospedeiro e do meio ambiente

2 - Patogênico

Corresponde ao momento quando o homem interage com um estímulo externo, apresenta sinais e sintomas e ocorre o desenlace da doença.

O período pré-patogênico (epidemiológico) configura-se pelas interações dos fatores sociais, ambientais e do próprio suscetível até se atingir condições favoráveis para o desenvolvimento da doença.

Sociais

- Fatores econômicos;
- Políticos;
- Culturais;
- Psicossociais.

Ambientais

- Vetores;
- Poluentes;
- Estrutura Sanitária;
- Ocupação desordenada de ambientes naturais, (clima, geografia, hidrografia, desastres naturais, etc.

Projetos do Susceptível

- Fatores econômicos;
- Políticos;
- Culturais;
- Psicossociais.

Material de Referência

Saiba mais informações no Material de Referência disponível no AVA.
O período patogênico mostra as mudanças que se apresentam no hospedeiro uma vez realizado um estímulo efetivo.
Inicia-se as primeiras alterações no estado de normalidade, pela atuação de agentes patogênicos …
… seguem-se perturbações bioquímicas em nível celular, provocando distúrbios na forma e função de órgãos e sistemas, levando a sinais e sintomas…
… evoluindo para as seguintes possibilidades: defeito permanente (sequela), cronicidade, morte ou cura.

No modelo da História Natural da Doença é enfatizado a importância das diferentes medidas de prevenção.

Prevenção primária (ações que interferem nas causas/fatores de risco, no sentido de suprimi-los, para impedir o desenvolvimento da doença), que podem ser divididas em dois níveis: promoção de saúde (exemplos: educação, habitação, nutrição, lazer); proteção específica (imunização, pré-natal; saúde ocupacional, controle de vetores, uso de preservativos).

Prevenção secundária: ações realizadas para detectar um problema de saúde em estágio inicial, facilitando o diagnóstico, tratamento e reduzindo complicações e incapacidades. Exemplos: inquéritos para descoberta de casos; exames periódicos individuais para detecção precoce de casos; tratamento precoce para evitar a progressão da doença e futuras complicações. A prevenção terciária se relaciona a proporcionar melhor qualidade de vida com o que a doença deixou de incapacidades (exemplos: fisioterapia, terapia ocupacional, educação visando ao máximo de aproveitamento da capacidade remanescente).
História Natural e Prevenção de Doenças

Clique sobre a imagem para ampliá-la.

A prevenção quaternária foi um novo nível de prevenção proposto por Marc Jamoulle, oficializado em 2003 e agregado aos demais níveis de prevenção de Leavell e Clark.

A prevenção quaternária nasceu de uma necessidade real e prática da medicina de família, especialmente, para lidar com as pessoas e seus adoecimentos em situações “que escapam completamente a qualquer autoridade estatística e a qualquer previsibilidade”

Material de Referência

Saiba mais informações no Material de Referência disponível no AVA.

ELOS DA CADEIA DE TRANSMISSÃO DAS DOENÇAS

As doenças transmissíveis ocorrem como resultado de uma interação entre:

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Agente infeccioso

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Processo de transmissão

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Ambiente

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Hospedeiro
O controle dessas doenças pode envolver mudanças em um ou mais desses componentes, os quais são influenciados pelo ambiente. Essas doenças podem ter um grande número de efeitos, variando de uma infecção silenciosa – com sinal ou sintoma – até doença severa ou morte.

Agente Causal

Um agente é um fator que está presente para a ocorrência de uma doença; de modo geral, um agente é considerado uma causa necessária, porém não suficiente para a produção da doença. 
É importante entendermos as diferenças entre os conceitos:

Infecção

Infecção

É a entrada e o desenvolvimento ou multiplicação de um agente infeccioso no hospedeiro.

doença

Doença

É a manifestação clínica da infecção onde outros fatores (causas suficientes) devem estar presentes para a produção de doenças.

Material de Referência

Saiba mais informações no Material de Referência disponível no AVA.

Você já parou para pensar sobre as características específicas de cada agente?

As características específicas de cada agente são importantes para determinar a natureza da infecção, que é determinada por fatores, tais como:

Infectividade

Infectividade

É a capacidade do agente infeccioso de poder alojar-se e multiplicar-se dentro de um hospedeiro. Exemplos: alta infectividade: vírus do sarampo e varicela, baixa infectividade: bactéria da hanseníase.

Patogenicidade

Patogenicidade

é a capacidade de um agente infeccioso de produzir doença em pessoas infectadas. Exemplos: o vírus do sarampo é de alta patogenicidade e o da poliomielite de baixa patogenicidade.

Virulência

Virulência

É a capacidade do agente infeccioso de produzir casos graves e fatais. Exemplos: raiva é uma doença de alta virulência e poliomielite de baixa virulência.

Letalidade

Letalidade

É  uma característica frequentemente usada para descrever a gravidade de uma epidemia. É a capacidade do agente infeccioso de produzir casos fatais.

Dose infectante

Dose infectante

É a quantidade requerida para causar infecção em um indivíduo suscetível.

Imunogenicidade ou poder imunogênico

Imunogenicidade ou poder imunogênico

É a capacidade do agente biológico de estimular a resposta imune no hospedeiro. Há agentes, como os vírus do sarampo, caxumba, rubéola de alto poder imunogênico (uma vez infectadas por estes microrganismos, as pessoas, em geral, ficam imunes para o resto da vida, já salmonelas, shigelas, por exemplo, são de baixo poder imunogênico e conferem imunidade apenas temporária aos suscetíveis.

A diferença entre Virulência e Letalidade é bem simples, veja:

Virulência

Casos graves e fatais

Total de Casos aparentes

Letalidade

Casos fatais

Total de Casos aparentes

Material de Referência

Conheça  exemplos de medidas de prevenção e controle voltadas ao agente  no  Material de Referência no AVA.

Reservatório de agentes infecciosos é qualquer ser humano, animal, artrópode, planta, solo ou matéria inanimada, onde normalmente vive e se multiplica um agente infeccioso e do qual depende para sua sobrevivência, reproduzindo-se de forma que possa ser transmitido a um hospedeiro suscetível.

Exemplos de reservatório de agentes infecciosos

Humanos

HUMANOS

O fato de que uma doença, ou grupo de doenças, tenha o ser humano como reservatório é de grande importância prática, já que as medidas de controle que se adotam podem circunscrever-se ao mesmo ser humano.

Por exemplo, se uma doença pode ser tratada com um antibiótico adequado, a ação direta é exercida sobre o sujeito como paciente e como reservatório.

Material de Referência

Conheça  exemplos de medidas de prevenção e controle voltadas ao agente  no  Material de Referência no AVA.

Animal

ANIMAL

Os animais podem ser infectados e também servir de reservatórios para várias doenças do ser humano. São exemplos disso a brucelose, a leptospirose, a peste, a raiva e o tétano. As doenças infecciosas que são transmitidas em condições normais de animais para o homem são denominadas zoonoses.

Material de Referência

Conheça  exemplos de medidas de prevenção e controle voltadas ao agente  no  Material de Referência no AVA.

Ambiental

AMBIENTAL

As plantas, o solo e a água podem comportar-se como reservatórios para alguns agentes infecciosos.

Material de Referência

Conheça  exemplos de medidas de prevenção e controle voltadas ao agente  no  Material de Referência no AVA.

Reservatório de agentes infecciosos é qualquer ser humano, animal, artrópode, planta, solo ou matéria inanimada, onde normalmente vive e se multiplica um agente infeccioso e do qual depende para sua sobrevivência, reproduzindo-se de forma que possa ser transmitido a um hospedeiro suscetível.

Exemplos de reservatório de agentes infecciosos
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HUMANOS

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ANIMAL

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AMBIENTAL

Agora, vamos falar sobre as Fonte de Infecção

Você sabia que as fontes de infecção podem ser uma pessoa, um animal ou um objeto de onde o hospedeiro adquire a doença?

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O conhecimento tanto do reservatório quanto da fonte é necessário para o desenvolvimento de medidas efetivas de controle. Uma importante fonte de infecção pode ser o portador – uma pessoa infectada que não mostra qualquer evidência de doença clínica.

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A duração do estado de portador varia entre diferentes agentes. Os portadores podem ser assintomáticos durante todo o período de infecção, ou o estado de portador pode ser limitado a uma fase da doença.

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Os portadores desempenham um importante papel na disseminação global do vírus da imunodeficiência humana em decorrência da transmissão sexual durante os longos períodos.
Portas de eliminação ou de saída do agente

O caminho pelo qual um agente infeccioso sai do seu hospedeiro.  As principais portas/vias são:

Respiratórias
As doenças que utilizam esta porta de saída são as de maior difusão e as mais difíceis de controlar (covid-19, tuberculose, influenza, sarampo etc.).
Geniturinárias
Sífilis, AIDS, gonorreia e outras doenças de transmissão sexual.
Digestivas
Próprias da febre tifoide, hepatite A e E, cólera e amebíase.
Percutânea
Através de contato direto com lesões superficiais, como na varicela, herpes zoster e sífilis.
Placentária
Em geral, a placenta é uma barreira efetiva de proteção do feto contra infecções da mãe, no entanto não é totalmente efetiva para alguns agentes infecciosos. 

Modo de transmissão do agente

Modo de transmissão do agente é a forma como o agente infeccioso se transporta do reservatório ao hospedeiro

Transmissão indireta: pode ser através de veículo, vetor ou aérea.

Transmissão direta: é a transferência imediata do agente infeccioso de um hospedeiro ou reservatório para uma porta de entrada através da qual a infecção poderá ocorrer.

Material de Referência

Saiba mais informações no Material de Referência disponível no AVA.

Modo de transmissão do agente

A distinção entre os tipos de transmissão é importante quando são escolhidos os métodos de controle de doenças. A transmissão direta pode ser interrompida pela prevenção do contato com a fonte, enquanto a transmissão indireta requer abordagens diferentes.

Vejam alguns modo de transmissão do agente

Transmissão Direta

  • Relação sexual
  • Aperto de Mão
  • Beijo
  • Via gotículas respiratórias, curta distância (respiração, tosse, espirro)
  • Outro contato (procedimentos médicos –hospitalares, amamentação).

Transmissão Direta

  • Relação sexual Vetores (insetos, carrapatos)
  • Veículos (alimentos contaminados, água)
  • Aérea ou aerossol, longa distância (gotículas respiratórias de menor tamanho eliminadas por respiração, tosse, espirros).
  • Parental (injeção com seringas contaminadas)
  • Transfusão (sangue, plasma)

Portas de entrada no hospedeiro

As portas de entrada de um agente no novo hospedeiro são basicamente as mesmas usadas para a saída do hospedeiro prévio. Veja exemplos:

Nas doenças respiratórias, a via aérea é utilizada como porta de saída e porta de entrada entre as pessoas.

Em outras doenças, as portas de saída e de entrada podem ser diferentes. Como exemplo, nas intoxicações alimentares por estafilococos, o agente é eliminado através de uma lesão aberta da pele e entra no novo hospedeiro através de alimentos contaminados com secreção da lesão.

Hospedeiro Suscetível

O hospedeiro suscetível é um indivíduo ou animal vivo que em circunstâncias naturais permite a subsistência e o alojamento de um agente infeccioso por falta de resistência, dentre outros fatores.

Você sabe o que é Suscetibilidade?

A suscetibilidade é a situação de uma pessoa ou animal que se caracteriza pela ausência de resistência suficiente contra um determinado agente patogênico que a proteja da enfermidade.

E o que é Resistência?

Resistência é um  conjunto de mecanismos que servem de defesa contra a invasão ou multiplicação de agentes infecciosos, ou contra efeitos nocivos de seus produtos tóxicos.

Material de Referência

Saiba mais informações no Material de Referência disponível no AVA.

Conforme definição anterior, resistência  é o conjunto de mecanismos que servem de defesa . No entanto, para que o indivíduo seja imunologicamente resistente, ele precisa  adquirir anticorpos de forma passiva (curta duração) ou ativa (longa duração). Conheça os tipos de imunidade:

Material de Referência

Saiba mais informações no Material de Referência disponível no AVA.

Existem outros conceitos muito importantes relacionados às medidas de prevenção e controle voltadas ao hospedeiro suscetível.
  • Período de incubação

  • Isolamento

  • Período de transmissibilidade

  • Quarentena

  • Período de latência

Material de Referência

Conheça  exemplos de medidas de prevenção e controle voltadas ao agente  no  Material de Referência no AVA.

SURTO, EPIDEMIA E PANDEMIA.

As epidemias foram e continuam sendo importantes no cenário global e tal temática assume relevância, ainda maior, com a COVID 19, de proporções avassaladoras. No Brasil, além das epidemias, a exemplo, covid-19, AIDS, influenza por H1N1, cólera, sarampo, dengue, ainda se convive com doenças endêmicas e surtos de etiologias diversas.

Vejamos a diferença entre alguns conceitos

Endemia: pode ser conceituada como a ocorrência de um agravo dentro de um número esperado de casos para aquela região, naquele período de tempo, baseado na sua ocorrência em anos anteriores não epidêmicos. Desta forma, a incidência de uma doença endêmica é relativamente constante, podendo ocorrer variações sazonais no comportamento esperado para o agravo em questão.

Surto: é o aumento pouco comum no número de casos relacionados epidemiologicamente, de aparecimento súbito e disseminação localizada num espaço específico, exemplo: uma comunidade, um povoado, um barco, uma instituição fechada (escola, hospital, quartel, mosteiro).

Epidemia: representa a ocorrência de um agravo acima da média (ou mediana) histórica de sua ocorrência. O número de casos necessários para definir uma epidemia varia de acordo com alguns critérios. Sua identificação depende da frequência usual da doença na região, no mesmo grupo populacional, durante a mesma estação do ano.

Pandemia: é definida quando uma epidemia atinge vários países de diferentes continentes, como está acontecendo com a covid-19. As epidemias ou surtos geralmente são ocasionados por aumento do número de suscetíveis e por alterações no meio ambiente que favorecem a transmissão de doenças infecciosas e não infecciosas.

Um surto ou epidemia podem surgir a partir das seguintes situações.
Quando inexiste uma doença em determinado lugar e aí se introduz uma fonte de infecção ou contaminação dando início ao aparecimento de casos ou epidemia.
Quando ocorrem casos esporádicos de uma determinada doença e começa a haver aumento na incidência além do esperado.
A partir de uma doença que ocorre endemicamente e alguns fatores desequilibram a sua estabilidade, iniciando uma epidemia.

Material de Referência

Conheça  exemplos de medidas de prevenção e controle voltadas ao agente  no  Material de Referência no AVA.

Epidemias e endemias têm como fatores determinantes e condicionantes diversas situações econômicas, culturais, ecológicas, psicossociais e biológicas. Conheça cada uma abaixo:

A compreensão dos determinantes e condicionantes é importante para o planejamento de ações de prevenção e controle dos agravos com potencial endêmico e epidêmico.

Material de Referência

Conheça  exemplos de medidas de prevenção e controle voltadas ao agente  no  Material de Referência no AVA.

FINALIZANDO...

Nesta unidade, você aprimorou seus conhecimentos ,habilidades e atitudes para as competências de cuidador no sentido de melhor direcionar sua prática, a partir da compreensão dos mecanismos de defesa inata e adaptativa, do processo de adoecimento e como os conceitos de epidemiologia se aplicam nesse contexto. A compreensão sobre a história natural da doença e dos determinantes das epidemias e pandemias contribuiu para além da técnica com uma visão empática e ética em relação às pessoas e comunidade sob seus cuidados.

Agora acesse a página inicial do AVA e encontre materiais e atividades que complementarão o conteúdo visto nesta Aula, são eles:

  • Material de Referência;
  • Teleaula;
  • Material complementar;
  • Interação com a comunidade virtual de aprendizagem;
  • Atividades Avaliativas.

CRÉDITOS DE IMAGEM

Banco de imagens Freepik – https://br.freepik.com
Blogue Ismailimail – https://ismailimail.blog
Site Nova Escola – https://novaescola.org.br
Wikipédia  – A enciclopédia livre – https://pt.wikipedia.org

FICHA TÉCNICA

Este material foi elaborado e desenvolvido pela equipe técnica e pedagógica do Mais CONASEMS em parceria com a Faculdade São Leopoldo Mandic.

Professor Conteudista – Faculdade São Leopoldo Mandic
Marcelo Henrique Napimoga

Gestor Educacional
Rubensmidt Ramos Riani

Coordenação Técnica e Pedagógica
Cristina Crespo
Valdívia Marçal

Coordenação Pedagógica – Faculdade São Leopoldo Mandic
Fabiana Succi
Patrícia Zen Tempski

Especialista em Educação a Distância
Kelly Santana
Priscila Rondas

Designer Instrucional
Alexandra Gusmão
Carla Cristini Justino de Oliveira
Juliana de Almeida Fortunato
Pollyanna Micheline Lucarelli
Simone Ferreira de Assis

 

Web Desenvolvedores
Aidan Bruno
Alexandre Itabayana
Cristina Perrone
Paloma Eveir

Revisão Textual
Gehilde Reis Paula de Moura

Coordenação Geral
Conexões Consultoria em Saúde Ltda.